Fundada em 1855, a Fazenda Almada é uma das poucas remanescentes da era cacaueira da Bahia. Até hoje sob a direção da mesma família, mantém a tradição de uma atividade que significa que a preservação da natureza, aliada ao interesse econômico, podem, e devem, caminhar juntos!
Localizada no município de Ilhéus, próximo da cidade de Uruçuca, a Almada mantém a tradição de cultivo do cacau, o “ouro negro” , de forma sustentável, artesanal e orgânica. Em suas terras, o fruto é cultivado à sombra, em áreas de mata atlântica nativa, onde animais ameaçados de extinção, como o mico leão da cara dourada, encontram refúgio e alimento.
A Fazenda Almada abriga também um projeto de preservação dos micos Leão da Cara Dourada em suas terras.
Com sua arquitetura bem preservada, nos transporta aos tempos históricos do explendor e da exuberância da cultura cacaueira.
Numa pequena e aconchegante biblioteca se encontram livros e documentos que ilustram a história da saga da sociedade cacaueira.
A Fazenda nunca teve senzala. Os escravos moravam em casas preservadas até hoje aonde vivem funcionários e lavradores.
Casa de farinha, barcaças para a secagem do cacau, e um enorme tacho de ferro de antigos indígenas decoram a paisagem da Almada com o requinte rústico e histórico da cultura cacaueira de Ilhéus.
